Detalhar som

Classificação Científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Subordem: Tyranni
Infraordem: Tyrannides
 Wetmore & Miller, 1926
Parvordem: Tyrannida
Família: Pipridae
 Rafinesque, 1815
Subfamília: Piprinae
 Rafinesque, 1815
Espécie: L. suavissima

Nome Científico

Lepidothrix suavissima
(Salvin & Godman, 1882)

Nome em Inglês

Orange-bellied Manakin


Estado de Conservação

(IUCN 3.1)
Pouco Preocupante

Fotos Sons

Dançador-do-tepui

O dançador-do-tepui é uma ave passeriforme da família Pipridae.

Nome Científico

Seu nome científico significa: do (grego) lepis = escama, marcas; e thrix = cabelo; e do (latim) suavissima, suavis = muito agradável, agradável. ⇒ (Ave) muito agradável com marcas no cabelo.

Características

Mede 9 cm de comprimento. Semelhante ao uirapuru-estrela, mas o macho da espécie tem o peito preto uniforme. Antes a espécie era inclusa no gênero Pipra.

Alimentação

Hábitos alimentares…

Frequentemente alguns indivíduos visitam arbustos ou fruteiras de sub-bosque, rapidamente pairando para pegar a fruta e logo desaparecendo. O aparecimento de um bando misto pode encorajar a espécie a alimentar-se mais ativamente em seu território.

Reprodução

Hábitos reprodutivos…

Machos geralmente fazem um “display” sozinhos, pousando em galhos finos de 2 a 8 metros sobre o chão da floresta, mas algumas vezes é visto num “lekking” explosivo no qual os machos estão a distâncias audíveis uns dos outros (Hilty 2003). Os machos podem ficar pousados quietos por longos períodos, mas estão sempre prontos para um intenso “display”.

Biologia de reprodução presumivelmente similar à do Lepidothrix serena, porém ainda desconhecida.

Hábitos

Vive entre 250 a 1800 m de altitude em bordas de florestas montanas e em florestas de terra firme às bordas e morros baixos contíguos a Tepuis.

Distribuição Geográfica

Foi registrada na fronteira com a Venezuela em Roraima, no Cerro Uei-tepui e no Pico da Neblina, estado do Amazonas. Há um registro em 1985 na estação Ecológica de Maracá, Roraima, no Rio Uraricoera, o que aparenta ser o limite mais ao sul da espécie no Brasil.

Referências

Galeria de Fotos